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terça-feira, 18 de maio de 2010

Flamengo ainda está sem um vice de futebol


Desde a saída de Marcos Braz, a vice-presidência de futebol está vaga no Flamengo, mas uma definição pode acontecer em breve. O LANCENET! apurou que a movimentação já começou na Gávea e um nome é visto como favorito para o cargo. Trata-se de Luiz Manoel, diretor jurídico do futebol e responsável por todas as questões que envolvem contratos do profissional.

Atualmente, o gerente de futebol, Isaías Tinoco, está responsável pelas questões que envolvem logística, programação de treinos e assuntos variados no futebol. No entanto, a presidente Patricia Amorim vem acumulando interinamente o cargo. Hélio Ferraz, vice-presidente geral do clube, já afirmou que a diretoria irá se preocupar em buscar o novo dirigente durante a Copa do Mundo. Mas uma definição pode acontecer antes.

Procurado para comentar a possibilidade de assumir o cargo, Luiz Manoel desconversou, mas afirmou estar sempre pronto para ajudar ao Flamengo no que for possível.

– Até o momento, não recebi nenhum convite por parte da presidência para esse cargo. Sou um dirigente amador e estou pronto para ajudar ao Flamengo. Sinceramente, acho que o momento não é o ideal, mas colaboro com o clube da forma com que a presidente Patricia Amorim considerar ideal – comentou.

Perguntado se o cargo seria de seu agrado, Luiz Manoel manteve o discurso de ajudar a atual presidente, sem escolher um cargo específico.

– Não é questão de cargo. Quero colaborar independentemente disso. Se a presidência achar essa a melhor escolha, vamos analisar, mas até agora não houve nada referente a essa possibilidade – explicou o diretor jurídico do futebol.

As dificuldades dos outros 'candidatos'

Além de Luiz Manoel, dois outros nomes já foram cogitados na Gávea para assumir o posto de vice-presidente de futebol. São eles: Bernardo Amaral, presidente da Assembléia Geral do clube, e Eduardo Moraes, assessor da presidência e genro de Hélio Ferraz.

De acordo com o estatuto do clube, para assumir o cargo, Bernardo Amaral, teria de renunciar à Assembléia Geral, fato que não deve ocorrer, apesar de toda pressão para que o departamento de futebol fique ainda mais forte politicamente no Rubro-Negro.

Já Eduardo Moraes seria uma indicação de Hélio Ferraz, mas sua chegada ao futebol, como a do próprio Bernardo Amaral, implicaria na provável saída de Isaías Tinoco, atual gerente, do cargo.

Em 2005, Bernardo Amaral assumiu o cargo de diretor de futebol, mas ficou apenas algumas semanas. Na época, ele teve um desentendimento com Isaías Tinoco.

Vale lembrar que na mudança feita por Patricia Amorim, Isaías foi o único remanescente da última diretoria e recebeu maiores atribuições das que já tinha no futebol.

Por ser remunerado, Isaías é exceção no futebol do Flamengo, onde a maioria dos dirigentes não recebe salários.

Fonte: Lancenet

Meus comentários:

Uma das propostas de Patrícia Amorim na campanha presidencial, ano passado, caso fosse eleita seria a criação de um cargo para diretor de futebol renumerado e profissional, ou seja, um administrador que entendesse de futebol principalmente da parte técnica. No inicio do seu mandato não foi possível iniciar a implantação desse sistema até por que “time que está ganhando não sem mexe”. Mas bastou o não convencimento da equipe, da antiga diretoria, para a presidente, assessorada por outros dirigentes amadores, como ela, fazer uma limpeza no clube, sem preocupar com as conseqüências dos seus atos. O resultado está visível. O clube mais importante do Brasil não tem sequer um diretor de futebol amador. E pelo jeito, a profissionalização do departamento de futebol, se ocorrer, já começa incoerente, com o estilo elitista e burguês nos modos da tradicional política do clube.

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