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sábado, 25 de julho de 2009

Chapa quente!


Essa última semana no Clube de Regatas Flamengo foi de turbulência empate na quarta-feira em casa com o Barueri, canções de ´´Adeus Cuca´´ entoado pela torcida e sucessivamente a demissão do técnico na quinta-feira, e agora, a mudança do vice de futebol Kleber Leite que dará lugar a Marcos Bráz, juntamente com a saída do representante jurídico Michel Assef Filho ( que considero o melhor advogado esportivo do brasil) e do diretor Plínio Serpa Pinto.

O Flamengo antigamente passava por pressões pra não cair, quando se safava essa era considerada a boa campanha nos últimos 3 anos essa filosofia mudou pra torcida e também para sua diretoria, agora queremos incessavelmente o título brasileiro, o que seria o nosso hexa. Com isso, a pressão aumentou sobre os treinadores e também sobre a diretoria através da torcida.

O último que foi idolatrado foi Joel Satanna que saiu da zona do rebaixamento para sétima posição, e trouxe de volta a força da torcida do Flamengo na imprensa que até então estava meio apagada. Depois dele, veio Caio Júnior que não teve tanto apoio assim, entretanto, ficou um tempinho até perder a chance de classificação para Libertadores 2009.

Após sua demissão, foi sondados vários técnicos e trouxeram o melhor no momento Cuca, que já havia passado pelo Flamengo. E trazia na bagagem uma bela campanha nos últimos 2 anos com o Botafogo. Esse relacionamento se encerrou na quinta-feira dessa semana. A príncipio fui contrário, pois considerava ele um bom técnico. Depois do que eu li, no site Globo Esporte, sou a favor da sua demissão, pois como sabemos quem manda no time são os jogadores. E se ele realmente pagou com trairagem com o jogadores foi muito bom ter saído agora, que ainda dá tempo de brigarmos por alguma coisa... tá difícil ,mas não impossível, ainda dá.

Apoio ao Delair

Desde quando entrou interinamente no comando do Flamengo o Delair ao meu ver tem feito um ótimo trabalho como presidente. Em relação ao time de Basquete recuperou a credibilidade da equipe que hoje é invejada por muitas outras no Brasil. Somos campeões tudo! Já no futebol trouxe o Petkovic um ídolo do estadual, um ex-capitão, um exemplo. Algumas pessoas são contrária a essa contratação, alguns pela idade e outro por desavenças mas na realidade o que ele fez foi reduzir a dívida, aliviando o cofre rubro-negro, mas um ponto positivo. O acerto com a Olympikus e agora com a Bozzano lucro e patrocínio pro Flamengo mais um ponto positivo. Vale lembrar, que teremos um eleição no final do ano acho que o Delair deva continuar, não sou contrário ao Márcio Braga, acho ele um bom presidente e muito menos ao Kleber Leite. Só acho que o Delair deva ser reconhecido pelas benfeitorias feita ao clube.

Assim como eu fico puto ao escutar: Edmundo Santos Silva, pois lembro das besteiras que ele fez falindo até a ISL, gosto de ver um presidente que ajuda o clube, como o André Sanches no Corinthians eu não sou corintiano mas vale lembrar que a equipe paulista está sendo bem administrada depois daquela era Dualib ( Edmundo [2]).


A passagem do Cuca pelo Flamengo, reportagem no site do Globo Esporte:

Pode parecer cena do jardim de infância. Mas não é, e aconteceu no auditório da Gávea, em abril. Enquanto os jogadores do Flamengo, sob a liderança do então capitão Fábio Luciano, tinham uma reunião interna, o auxiliar e irmão de Cuca, Dirceo Stival, o Cuquinha, posicionou-se na entrada e colocou o ouvido atrás da porta para saber o conteúdo do encontro. Temia que estivessem tramando contra a comissão técnica. Não estavam e muitos sequer sabem que foram espionados.

A cena fez parte da redoma de desconfiança que o treinador criou desde que chegou ao clube, em dezembro. A bola de neve cresceu e transformou-se em um emaranhado de problemas que o afastou cada vez mais do elenco e terminou com a demissão dele, na tarde de quinta-feira.

Para muitos, a saída de Cuca é a vitória do antiprofissionalismo sobre um treinador empenhado em mudar o panorama reinante na Gávea. Talvez seja. Para a maioria dos jogadores e de quem conviveu com ele no período, no entanto, a história tem um outro lado.

- Infelizmente, já conhecia o Cuca de 2005 e a experiência não tinha sido das melhores. Ele é difícil de lidar, alterna muito o humor. A saída demorou até demais. Não havia clima - disse uma das fontes.

O primeiro tiro pela culatra foi dado logo no primeiro mês. Sentado no hall do hotel em que a delegação estava, em Volta Redonda, ele detonou o grupo que acabara de conhecer:

- Não sei como consegui perder dois títulos estaduais com o Botafogo para esse time.

Era a forma que encontrou para se defender de um possível fracasso no Estadual. Apesar disso, o mesmo elenco, três meses depois, garantiu a Cuca o único título expressivo de sua carreira.

Mas até o tricampeonato carioca, aquele que seria o momento mais feliz da relação, diversas minicrises foram instaladas e resolvidas. O técnico dizia para quem quisesse ouvir que os jogadores não se empenhavam nos treinamentos.

Os métodos de trabalho do preparador físico Riva Carli geraram rejeição. Na pré-temporada, havia lamentos sem pudor sobre a saída de Ronaldo Torres, profissional que trabalhava com Joel Santana. Em um dos episódios públicos, Juan ofendeu Riva diante da câmera do GLOBOESPORTE.COM reclamando do seu programa de treino.

A forma física de Obina, que posteriormente foi emprestado ao Palmeiras, sempre trouxe comentários desabonadores ao atacante. Em um deles, o comandante lamentou com Ronaldo Angelim:


- Essa barriga não é só de quem come muito. É de cachaça.

Antes de virar as costas e sair, o zagueiro afirmou:

- O Obina não bebe.

Ibson ameaçou abandonar final

Por mais que estivesse inconformado com algumas atitudes de descompromisso do grupo, o treinador escolheu uma forma perigosa de se esquivar e passou a criticar quase todos os jogadores. Por trás. Léo Moura recebeu a alcunha de lateral mais preguiçoso do Brasil. Nem mesmo o capitão Fabio Luciano escapava. Mas os dois nunca bateram de frente. O capitão, apesar de descontente com o que ouvia por terceiros, sempre tentou apaziguar o ambiente ruim. Mas os comentários não cessaram. Um dia, ao olhar Josiel em um treino, o técnico disse:


- É dose escalá-lo.

Um dos episódios de maior tensão aconteceu na final da Taça Rio contra o Botafogo. No jogo em questão, Cuca passou todo o primeiro tempo cobrando mais empenho do camisa 7, a quem chamava de "mimado", e gritando sem parar:
- Volta, Ibson! Marca Ibson! Se não fizer isso vou te tirar.

Na saída para o intervalo, o apoiador estava transtornado e reagiu:

- Você não pode falar assim comigo. Sou homem e te respeito.

A discussão se estendeu até o vestiário. Ibson trocou de roupa para ir embora e foi convencido por companheiros e dirigentes a rever sua posição e voltar ao campo. O título abafou a crise.

Malvisto por quase todos os atletas, Cuca encontrou nas divisões de base uma saída para seus problemas. Além de ver mais facilidade para dar ordens aos jovens, o ex-técnico queria promover uma reformulação. Ele via o grupo impregnado por "panelas" e uma superproteção a jogadores em quem não confiava, como Jônatas.

- No meio do ano a gente vai se livrar do Léo Moura, Juan, Fabio Luciano, Kleberson e Ibson, e aí nosso futuro serão os jovens. O Flamengo precisa passar por isso – dizia pelos cantos.

O amor pelos garotos durou até a primeira falha e novamente a língua o traiu. Após a atuação ruim de Welinton, contra o Cruzeiro, a metralhadora do técnico voltou a girar.

- Ele nunca vai ser bom porque é burro. Inteligência não se aprende – disse, durante um treino.

O Imperador

Por incrível que pareça, Adriano, um dos principais alvos do treinador, jamais tramou contra ele. De personalidade tranquila, o Imperador dava de ombros para as ameaças que recebeu.

- Se ele não se enquadrar, vou dentro dele. Não vai me sacanear – disse Cuca, depois de o jogador não comparecer a um treino.

Mas a relação entre os dois se complicou na véspera da partida contra o São Paulo. Ao contrário de todos os dias, quando os treinos não começam enquanto todos os jogadores não estão em campo, o técnico fez questão de iniciar logo a atividade. O Imperador viu aquilo como uma forma de expor que ele chegou atrasado. Coube a Cuquinha contemporizar a situação.

A cobrança do grupo

Aos poucos, os comentários chegaram aos ouvidos dos jogadores, que passaram a chamá-lo de traíra (na gíria boleira, o termo refere-se a uma pessoa que fala bem na frente, mas pelas costas detona). Na reunião que aconteceu em Teresópolis, em junho, o capitão Bruno abriu o jogo e externou essa situação:

- Cuca, estamos sabendo que você anda falando muitas coisas pelas costas.

Emocionado, o treinador se defendeu. Acreditou que estava tudo encerrado e os jogadores voltariam a confiar nele. Mas já era tarde.

- Posso garantir que quase ninguém gostava dele. Até o Angelim e o Juan, que não costumam reclamar de técnico algum, tinham um pé atrás com o Cuca. Ele se complicou muito – disse um jogador, que pediu para não se identificar.

No último dia, Adriano pediu a palavra na reunião para criticar as ações do treinador. Em vez de emoção e lamentos na despedida, a indiferença predominou. Os jogadores não o abraçaram. Apenas acenaram de longe e encerraram uma relação de aparências.



LUTO

O nosso blog está de luto, como pode ser visto na postagem do Rogério. ZÉ CARLOS VAI COM DEUS! OBRIGADO POR TUDO.

Saudações Rubro Negras!

Diogo Ferreira.


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