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terça-feira, 29 de janeiro de 2008

Egído, o parceiro malandro de Souza

Kléber Leite o adora. Joel Santana o convidou para um papo descontraído no banco do ônibus. No elenco do Flamengo, ele é visto como o rei da zoação. Mas Egídio, o lateral-esquerdo reserva, ganhou as manchetes como o parceiro de Souza.

Os dois são praticamente inseparáveis. É só avistar o centroavante para saber que próximo a ele estará o fiel escudeiro. A amizade não restringe-se à Gávea. As famílias são próximas e os dois saem freqüentemente.

Mas nem sempre foi assim. O primeiro contato aconteceu no Paraná x Flamengo da Taça Libertadores de 2007. Egídio estava emprestado ao time de Curitiba e os dois discutiram asperamente em campo.

- Quando eu voltei (para o Flamengo), fiquei na minha. Nem pensava mal dele, mas esperei para ver o que seria. E fomos nos aproximando porque temos as mesmas preferências, como o funk - diz o lateral, que costumeiramente requebra com o companheiro nas comemorações de gol.

- Ele é meu amigo, mas eu danço melhor - debocha.

Nem a fama de "parceiro de Souza" o incomoda. Muito pelo contrário. Dá até para lucrar com a amizade.

- Eu gosto. Quando a gente sai, as pessoas acabam me reconhecendo porque estou ao lado dele. Mas não é por isso que somos amigos. Gosto dele de coração mesmo. Estamos juntos em tudo - conta.

Uh, terror o Gidão é zoador!

Mas nem só de Souza sobrevive Egídio no elenco. Ele é considerado pela diretoria e comissão técnica como sucessor natural de Juan. Por isso, recentemente, teve o contrato renovado até 2012. Nada mal para um jogador de 21 anos.

Fora de campo, as brincadeiras dele também são conhecidas. Ele "toca o terror" na concentração e diverte até o técnico Joel Santana. Recentemente, durante a ida para a pré-temporada em Teresópolis, o treinador exigiu a presença de "Gidão" ao seu lado no ônibus.

- Com ele, eu evito brincar. Tenho que respeitar o papai. Mas foi engraçado porque o pessoal ficou gritando lá atrás do ônibus "volta, Gidão!" e ele me segurou para fazer piadas - afirma.

Mas nem todo mundo, em um primeiro momento, leva as brincadeiras do lateral-esquerdo na esportiva. Recém-chegado, o paraguaio Gavilán reclamou dos excessos.

- Ele pediu para parar. Disse que não me dava confiança. Mas nem liguei. Continuei zoando e agora ele já entrou no clima. Outro dia até quis fazer piadinha para cima de mim. Assim que eu gosto - diz, para logo depois se despedir e sair à procura, quem sabe, do amigo Souza.

Fonte: Globo Esporte
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