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quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

"Vencer, vencer, vencer, Joel?"


Com o empate do Flamengo por 1X1 com o Lanús pela estreia na Libertadores, escrevo este texto com a mesma indignação que teria escrito se conseguíssemos manter o injusto resultado de 1x0 à favor. Isso porque não dá para admitir o FLAMENGO se apresentando como nesta última quarta-feira. Por ser o clube que é, só por isso, tem a obrigação de jogar de igual para igual com qualquer adversário, seja ele argentino ou europeu, em Carioquinha, Libertadores ou Mundial. Pagando um barão e meio para um único jogador a quem foi confiado a camisa dez de Zico, então o dever de jogar para vencer simplesmente dobra.

Não tem desculpa de que é início de temporada, pois o time é praticamente o mesmo. Não tem desculpa de que mudaram o técnico porque antes do Joel chegar, o futebol medíocre era o mesmo. Não tem essa de que o empate fora de casa é bom e que em casa faremos os resultados porque não se pode contar com o ovo no reto da galinha em Libertadores. O time argentino veio pra cima numa pressão já esperada. Nós seguramos como deu os primeiros vinte minutos e depois tivemos espaços para atacar devido à marcação frouxa que o Lanús fazia. Mas as raras vezes em que se ganhava a bola no meio campo, cadê o time? Não tinha movimentação, rapidez, nem sequer uma jogada de brilhantismo de Ronaldinho Gaúcho, de quem sempre se espera um lampejo. Aliás, nem quando o time levava pressão, via-se o capitão dar aquela sacudida, gritar, mandar os caras acordarem. Esse é um dos “legados” que o profexô deixou.

Já que entra em campo novamente sábado pelo Estadual, ao invés de se cansar menos, tendo a bola e encarando o adversário, na maior parte do tempo, fazia-se o contrário: corriam atrás da bola. Ou então, tocavam para trás até chegar nos pés do Felipe.

Agora, ao fim de mais um jogo que deixa o torcedor com uma enorme pulga atrás da orelha, por favor, alguém vá avisar ao Joel que contra o Resende o empate não serve.
Mesmo com o Love dando opção na frente, isso pouco empolga diante da dificuldade em fazer a transição da defesa para o ataque com Willians e Renato, os dois que dificilmente sairão da equipe. O jeito é continuar acreditando na força da nossa camisa e torcer para que esses cabeças de cruz credo cresçam “inexplicavelmente” de produção no decorrer das competições, pois do jeito que está, seremos apenas coadjuvante. 
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