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terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

Grupo 4: Calejado, Fla vem bem mais forte


Se não é a maior das molezas, o grupo em que o Flamengo caiu pode ser considerado, na teoria, tranqüilo. O Nacional, do Uruguai, aparece como a segunda força ao lado do Cienciano (PER), que tem a seu favor a altitude de 3.360m de Cuzco. Estreante na Libertadores, o Coronel Bolognesi, atual campeão peruano e adversário de estréia do Rubro-Negro nesta quarta-feira, é a incógnita.

Flamengo
Elenco reforçado em busca do bi


Depois de ser eliminado nas oitavas-de-final no ano passado, o Flamengo vem com um elenco bem mais forte em busca do bicampeonato. O técnico Joel Santana tem usado o esquema 3-5-2 disfarçado de 4-4-2, com Jaílton atuando como terceiro zagueiro.

O diferencial da equipe rubro-negra é a grande quantidade de opções que Joel tem para escalar a equipe. Nomes como Kleberson, Gavilán, Marcinho, Maxi, Obina, Cristian e Leo Medeiros são exemplos de boas peças de reposição à disposição do treinador.

Os desfalques na primeira fase são o meia Renato Augusto, que fraturou dois ossos da face no jogo de estréia no Campeonato Carioca, e o zagueiro Rodrigo, que quebrou o braço no jogo contra o Volta Redonda.

Time-base

Bruno, Leo Moura, Fábio Luciano, Ronaldo Angelim e Juan; Jaílton, Jônatas, Toró e Ibson; Diego Tardelli e Souza; Técnico: Joel Santana.

Opinião de especialista

"Apesar de vir de um experiência recente de fracasso na Libertadores, o Flamengo, junto com o São Paulo, é o time brasileiro que chega mais forte na competição. Dispõe de um número considerável de jogadores talentosos. Tem reservas de bom nível técnico. E podemos dizer, inclusive, que o Rubro-Negro conta com um elenco interessante. Nem todos os jogadores são espetaculares. Porém, o Maxi e o Marcinho, por exemplo, são boas alternativas. O que falta ao Flamengo é descobrir laterais à altura dos titulares, Leo Moura e Juan."

Marcelo Barreto, apresentador do SporTV

Coronel Bolognesi-PER

Quero ser grande

Adversário de estréia do Flamengo, nesta terça-feira, dia 13, o time peruano participa da Libertadores pela primeira vez em sua história. O técnico Juan Reynoso costuma armar a sua equipe no esquema 3-5-2. Entre os destaques estão o habilidoso meia-atacante Junior Ross e o goleiro Diego Penny, da seleção peruana. O time fez a pré-temporada no México, onde disputou três amistosos: empatou em 0 a 0 com o Cruz Azul e com o San José e perdeu por 3 a 0 para o Pumas. A viagem também serviu para reforçar o elenco. O clube acertou as contratações do goleiro Álvarez, ex-Necaxa, e do lateral Cortez, ex-Cruz Azul. Antes, o atacante Gonzales Vigil, ex-Universitario (PER), já havia sido contratado. Time-base Penny, Balbín, Ostersen e Chumpitaz; Vásquez, Uribe, Ramírez, Ísmodes e Ross; Casas y Gonzales Vigil. Técnico: Juan Reynoso.

Opinião de especialista

"O Bolognesi é um time que baseia seu jogo na aplicação tática que o levou ao título do último Campeonato Peruano. Como toda equipe pequena, procura jogar fechado na defesa e sair nos contra-ataques. Mas por ter caído numa chave complicada, tem poucas chances de avançar às oitavas."

Carlos Salinas, do jornal "Libero"

Nacional-URU

Tradição em campo

O Tricolor de Montevidéu, sexto colocado no Campeonato Uruguaio 2006/2007, entra na Libertadores por ter conquistado a Liguilla, torneio que envolve justamente os seis melhores da competição para decidir os representantes do país nos torneios continentais. Com uma equipe competitiva, o Nacional deve ser a principal pedra no sapato do Flamengo na chave. A grande contratação aconteceu ainda no segundo semestre do ano passado: Richard Morales, que disputou a Copa de 2002 pela seleção uruguaia e passou pelo futebol espanhol, é o grande ídolo da torcida e costuma corresponder nos momentos mais importantes. Na armação, o técnico Gerardo Pelusso conta com Ligüera, jogador com passagem pela Celeste Olímpica e destaque do Mundial de Futebol Júnior em 1999. Outro meio-campista importante é o recém-contratado Nicolás Bertolo, de 22 anos. O argentino estava no Boca Juniors e acertou contrato por seis meses. Time-base Alexis Viera, Caballero, Victorino, Pablo Melo e Filgueira; Bertolo, Oscar Morales, Arismendi e Ligüera; Fornaroli e Richard Morales. Técnico: Gerardo Pelusso.

Opinião de especialista

"É uma equipe que tenta ser protagonista em todas as partidas. Conta com um bom jogo aéreo, tanto na defesa quanto no ataque, além de ter um contra-ataque rápido quando necessário. Falta organização no setor de meio-campo, mas a chegada do argentino Bertolo pode corrigir este defeito."
Edward Piñon, do jornal "El País"

Cienciano-PER

Japonês e altitude, as armas

A classificação na Pré-Libertadores retrata bem o que deve ser o Cienciano na fase de grupos: um time que sabe explorar as vantagens de mandar suas partidas em casa a 3.360m de altitude e que vai jogar fechado como visitante, para garantir pelo menos um empate. Assim, o time campeão da Copa Sul-Americana de 2003 eliminou o Montevideo Wanderers (1 a 0 em casa e 0 a 0 fora) e ficou com a última vaga da chave.

A equipe, que se classificou para a fase preliminar do torneio graças à pontuação na temporada passada, vem reforçada para o torneio continental. Entre as novidades, destaca-se o atacante japonês Masakatsu Sawa (na foto ao lado), autor do gol da vitória sobre os uruguaios.

Outra peça importante do 4-4-2 utilizado pelo técnico Franco Navarro é o volante Bazalar, experiente e com forte poder de marcação.

Time-base

Flores, Guizasola, Solís, Marengo e Flores; Ccahuantico, Bazalar, García e Chiroque; Vassallo e Sawa. Técnico: Franco Navarro.

Opinião de especialista:

"O Cienciano vai tentar repetir neste ano a fórmula que deu certo na conquista da Copa Sul-Americana em 2003: apostar na altitude para alcançar as vitórias que podem valer uma vaga nas oitavas-de-final. Mas, diferentemente daquela equipe, o Cienciano de hoje é um time lento e previsível. Em Cuzco pode se dar bem, mas fora de casa deve se complicar."
Carlos Salinas, do jornal "Libero"

Fonte: Globo Esporte

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