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quinta-feira, 6 de março de 2008

Flamengo terá alçapão histórico pela frente


Acostumado a jogar no Maracanã, o Flamengo encontrará um acanhado palco nesta quinta-feira. Não seria exagero comparar o Parque Central aos mais modestos estádios do Brasil. Sua capacidade gira em torno de 18 mil pessoas e a torcida fica muito próxima ao gramado.

As dimensões do campo tamb ém são menores do que as do Maracanã: 105 x 68. Nem isso é suficiente para que as arquibancadas fiquem longe do gramado. Da baliza até a grade atrás dos gols são apenas seis metros, mesma distância da lateral até a tribuna. Na arquibancada oposta, a distância diminui para irrisórios cinco metros, mas a torcida ali não é tão barulhenta. Os bancos de reserva são muito próximos.

O “inferno” fica mesmo atrás do gol à direita da tribuna, onde ficam os “barras”: torcedores mais fanáticos do Nacional. A reportagem do LANCE! andou por esta arquibancada e constatou que os 20 degraus são muito baixos – é praticamente um plano – e que a visão é péssima. Os preços deste setor são os menores.

Uma das faixas que fica ali durante os jogos diz: "Não existe manicômio para tanta loucura".

O funcionário Julio Gonzalez, que cuida da manutenção do estádio, explicou o comportamento dos “barras ” e dos torcedores que ficam em outros setores: – Os "barras" cantam sem parar, mesmo se, por exemplo, estiver 3 a 0 para o adversário. Ali atrás do gol o apoio é irrestrito, durante os 90 minutos.

O resto do estádio não é bem assim: vibra de acordo com o andamento do resultado.

Omar Mendez cuida do campo, que tem grama baixa, mas está em bom estado (inclusive nas pequenas áreas). Complementando o que disse Gonzalez, ele foi veemente ao garantir que a torcida não é desordeira: – Ela canta, vibra e faz pressão, principalmente atrás daquele gol.

Mas não atira coisas no campo ou faz algo que possa acarretar em perda de mando. Os próprios "barras" fiscalizam uns aos outros para evitar excessos – disse Omar.


Fonte: LanceNet
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