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sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Flamengo: Campeão ontem, hoje e amanhã.


O ano de 2009 chegava ao término como agora. As pessoas já se movimentavam para comprarem seus presentes de final de ano e toda aquela agitação peculiar desta época. Porém para 38 milhões de pessoas espalhadas pelo mundo, não havia nada mais importante que as últimas rodadas do Campeonato Brasileiro. 
No entanto toda essa apreensão tinha data e hora marcada para acabar. E foi em 06 de dezembro que aconteceu a festa universal mais aguardada das últimas décadas:
Natal? Ano Novo? Que nada! Você que é rubro-negro já deve saber bem do que eu estou falando.
Flamengo, Hexacampeão Brasileiro de Futebol!
85 Mil rubro-negros no Maracanã, milhares deles fora.
O Flamengo acabava de ser “o advogado do diabo” ao ir de encontro a uma centena de quesitos que pseudo-entendedores de futebol apontavam como imprescindíveis para um clube conquistar o título nesta atual fórmula de disputa. As duas palavrinhas mágicas mais citadas: estruturas e planejamento certamente tiveram sua acepção reciclada a partir do primeiro título carioca nesses moldes de disputa. O Flamengo, atolado em dívidas e desorganização, contrariava teorias e derrubava a concepção de que o Rio de Janeiro tardaria muito mais a apropriar-se do caneco.


Esqueceram que o time que tem uma torcida modestamente considerada como “A Maior do Mundo”, jamais passaria tanto tempo em branco. Porque se não vai à base da tal estrutura e planejamento, nós colocamos a faixa na arquibancada (“O Brasileiro é Obrigação” estendida pela Urubuzada em 2008), bancamos o artilheiro, damos moral ao treinador e o resto deixa com a gente. Depois, foi só correr para o abraço!
Tava lá na telinha da Globo: Hexacampeão! Um chute de fora que gerou o escanteio. O cruzamento perfeito e cabeçada certeira do Ronaldo mais importante do mundo para a  Nação: Angelim, o Magro de Aço, entra para a história.
Daí foi uma onda ainda mais intensa de vermelho e preto por onde quer que se fosse. A televisão passou um tempão falando sobre a conquista flamenga. E ainda hoje sabem que citar o Mengão a audiência será total. Exemplo disso é o Episódio 5 da série “As Cariocas” que aconteceu em sua grande parte diretamente de dentro da Torcida Que Faz A Diferença, onde mostraram partes do jogo final e a vibração da galera.
Mas uma cena muito legal que aconteceu e dou gargalhadas sempre que vejo foi do Mc Leozinho saindo da “Fazenda 2” pulando feito uma criança ao ser informado que o nosso Fla tinha levado a taça.

  

Precisávamos de uma grande conquista. A supremacia estadual já não tinha mais tanta graça. A torcida entendeu essa necessidade e pressionou. A diretoria teve sensibilidade ao trazer jogadores que se identificam com o clube e os deuses do futebol deram aquele empurrão. Um ano sensacional que ficará eternizado na nossa memória.
Jogadas, golaços, cantos da torcida, mosaicos e grandes públicos. Boas histórias para contar. Principalmente quem assistiu algum jogo no estádio no decorrer da competição, e, como eu, os que estavam entre a multidão presente no Mário Filho naquele inesquecível domingo.
Dá vontade de voltar no tempo e reviver cada jogo, cada grito de gol.

O Flamengo é diferente. Basta comparar os últimos cinco campeões nacionais.
E por sermos diferentes é que o nosso ego está sempre em alta. Mesmo após um ano cheio de barreiras e algumas decepções. Mas entendemos que, ainda assim, estamos numa crescente. Rumo ao sonho de nos tornar O Mais Poderoso Clube do Mundo em todos os quesitos. Afinal, o principal já temos que é a maior e mais apaixonada torcida. 
Que a próxima temporada seja cheia de conquistas! Confiamos no trabalho do Luxemburgo e, sobretudo, na gana dos jogadores que certamente também abraçarão a causa da “quádrupla coroa” como bem almeja nosso guerreiro Maldonado.
Para que 2011 seja um ano verdadeiramente novo repleto de grandes emoções e alegrias para a Nação!

Feliz ano novo Nação!

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Nota política do C. de R. do Flamengo sobre 1987: protesto e esclarecimentos

Em defesa de suas tradições, e pelo respeito devido à imensa nação rubro-negra, o Clube de Regatas do Flamengo sente-se no dever de tornar público o seu repúdio ao ato insustentável, jurídico e moralmente, da Confederação Brasileira de Futebol, de não reconhecer o nosso título de Campeão  Brasileiro de 1987, legitimamente conquistado nos gramados, e presta os seguintes esclarecimentos.

1)    Causa profunda estranheza o fato da CBF distribuir, generosamente, títulos nacionais a diversos clubes, reconhecendo torneios disputados há décadas, e não o faça, somente em relação ao Flamengo.

2)    Com a decisão agora adotada reconhece a CBF que é possível admitir e declarar que dois clubes sejam campões brasileiros, no mesmo ano, embora disputando competições diferentes e concomitantes, sendo que o Palmeiras foi considerado duas vezes campeão no mesmo período de um ano.

3)    A sentença judicial, a que se apega, por interpretação equivocada, o Presidente da CBF, se limita a declarar que o Sport Clube Recife é campeão brasileiro de 1987, mas em momento algum veda que também o seja o Flamengo, em duplicidade já tantas vezes ocorrida no passado e que agora se restabelece, com a surpreendente decisão da CBF.

4)    Daí se conclui, sem o menor esforço, que o reconhecimento do Flamengo, como Campeão Brasileiro de 1987, em nada afrontaria a coisa julgada, que não repele tal decisão, se adotada no plano desportivo.

5)    Também é incompreensível que o Sr. Ricardo Teixeira esteja tão empenhado, após mais de vinte anos, em cumprir uma decisão judicial, que ele não interpretou corretamente, se sempre repeliu, e com veemência, que os clubes trilhassem a via judiciária para dirimir seus conflitos esportivos, chegando a ameaçá-los com severas sanções disciplinares se  o fizessem, e agora ainda sugere ao Flamengo que adote esta postura, como se precisássemos de seus conselhos.

6)    O justo reconhecimento do Flamengo como legítimo campeão de 1987, não traduz desrespeito à decisão judicial, não se justificando o temor do Sr. Ricardo Teixeira de ser preso, e se vier a sê-lo certamente não será por esta causa.

7)    Cumpre ainda observar que o "cesto de bondade" da CBF permitiu que se sagrassem campeões brasileiros agremiações que disputaram apenas quatro partidas em torneios sem a dimensão daquele a que concorreu o Flamengo, em 1987, que reuniu as maiores e mais poderosas equipes do Brasil, filiadas ao Clube dos Treze.

8)    Todos os brasileiros que, independente de suas paixões clubisticas, são dotadas de um mínimo senso natural de justiça, reconhecerão que o ato que ora repudiamos tem o único e censurável propósito de punir o Flamengo e sua Presidente, por terem adotado decisões, com independência e altivez, mas que contrariam os interesses pessoais e os ambiciosos sonhos e projetos políticos de dirigentes que se eternizam no poder.

Prestados estes esclarecimentos, o Clube de Regatas do Flamengo assegura à nação rubro-negra, formada por milhões de pessoas que se espalham pelo Brasil, que lutará em todas as instâncias judiciais, esportivas e políticas, para defender seu legitimo direito, e que, como na gloriosa tradição de sua história, não teme os desafios e nem se dobrará ou se acovardará diante da prepotência e do arbítrio. Com o apoio da camisa 12, envergada por nossa torcida, seremos mais uma vez vencedores.
Flamengo sua glória é lutar!

Rio de Janeiro, 22 de dezembro de 2010.

Patrícia Amorim - Presidenta
Bernardo Amaral - Presidente da Assembléia Geral
Sylvio Capanema de Souza – Presidente do Conselho Deliberativo
Mauricio Roberto Gomes de Mattos – Presidente do Conselho de Administração
Leonardo Ribeiro – Presidente do Conselho Fiscal
Eduardo Motta – Presidente do Conselho de Grande-Benemérito


terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Felipe craque? Será que entendi errado?


Em entrevista concedida ao Jogo Extra nossa presidente Patrícia Amorim ao ser perguntada como o Flamengo fará para chegar às conquistas em 2011, respondeu:
Voltaremos a ser um clube formador, mas o time não será só de garotos. O Flamengo precisa de craques. O que queremos é ter oito jogadores de casa e três craques. (...) E para o torcedor ir ao Engenhão, ídolos, craques no time. Se não ele não vai. E quando o torcedor chega junto, o Flamengo cresce.
Perfeita resposta. Pensamento corretíssimo. Porém, torna-se incoerente quando o clube contrata o goleiro Felipe tratando o mesmo como uns dos craques que a mandatária citou.
Não é possível que mais uma vez eu vá ser o “do contra” em não achá-lo este jogador todo que o torcedor, parte da imprensa e ele mesmo acha que é.
Tenho lido e ouvido muito se dizer que agora sim temos um goleiro à altura do clube. Segundo o Cantarelli, preparador de goleiros da Gávea, a experiência do Felipe irá ajudar muito Marcelo Lomba e Paulo Victor. Mas que tanta experiência é essa que um goleiro de 24 anos possui que o de 23 não tem? O fato do ex-corintiano ter passado por seis clubes não significa muita coisa uma vez que não conquistou nenhum grande título. Pelo contrário. Foi rebaixado em 3 ocasiões. Em 2004 com o Vitória, em 2005 com o time baiano foi parar na série C e depois em 2008 caiu com Corinthians novamente. Os “Felipetes” que me perdoem, mas jamais um jogador que acumula três descensos será considerado por mim à altura do Flamengo e muito menos craque ou paredão como se autodenomina.
Estou dizendo que Felipe é um goleiro ruim? Lógico que não. É melhor que o Lomba. Porém, ainda “eterna promessa” como se costuma considerar os atletas que ameaçam se tornar craques e nunca vingam de verdade, seja por problemas técnicos ou disciplinares. E isso o torna apenas uma aposta um pouco mais valorizada por ter passado pelo Parque São Jorge e atualmente estar vindo de fora.
Chega às mesmas condições que o Bruno veio em 2006. E deve seguir o mesmo caminho. As mesmas polêmicas, a mesma marra confundida com personalidade forte, a mesma irregularidade, e, apensar de tudo, a mesma idolatria da maioria. Principalmente se mantiver o discurso de que é flamenguista, beijar o escudo, bater no peito e todo o blá blá blá de sempre. A Nação adora isso. Pegando uns pênaltis do Lucio Flávio no Carioca então vai ganhar musiquinha e tudo. Ah, esqueci que esse jogador acabou por decidir em não se aposentar no clube alvinegro.
Bom, deboche à parte, o que espero é que o Luxemburgo (que foi quem indicou), não esteja certo de que o Felipe seja craque como a nossa presidente e comissão técnica deram a entender.
Se o técnico estiver disposto a fazê-lo se tornar um grande jogador, pode ter sucesso. Para isso tem que primeiro o colocar no seu devido lugar. Entender que precisa jogar mais e falar, aparecer menos. O único fato de vestir o Manto Sagrado já é o suficiente para ser notado pelo mundo todo sem fazer muito esforço. E principalmente pelo técnico da Seleção Brasileira que o conhece muito bem.
Quanto à senhora Patrícia, fico no aguardo dos verdadeiros craques que prometeu. Porque se próximas contratações forem como a primeira, confesso ainda não empolgam de verdade. E muito menos fará o Engenhão lotar como a mesma prevê. 
  
Por: Edu - @Edu7_Cerk

domingo, 19 de dezembro de 2010

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quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Por que o Corinthians não é (nem nunca será) um Flamengo

Segunda Feira passada (13/12) a grande mídia repercutiu um estudo que colocou a “marca Flamengo” como a terceira mais valiosa, entre os clubes de futebol do Brasil. O Flamengo que era a primeira em 2009, muito devido ao Hexa, passou a ocupar a terceira colocação, perdendo a primeira colocação para o Corinthians e a segunda para o São Paulo.
O texto era para segunda, mas por motivos que não vem ao caso -  só hoje pude atualizar o blog. Portanto para não passar em branco posto o texto do Vinicius Paiva,colunista do blog Flamengo Net e também do site Flamengo RJ, sobre o assunto.

Por que o Corinthians não é (nem nunca será) um Flamengo por Vinicius Paiva no blog Flamengo Net

Peço licença aos colegas que escrevem hoje para uma pequena e extraordinária manifestação. Como muitos já perceberam, o grande assunto do dia - segundo a grande mídia - fugiu do escopo “contratações e especulações”, assunto intrinsecamente relacionado a estes tempos de pouco futebol e muita boataria. Os principais veículos de comunicação, capitaneados pelo jornal “O Estado de S. Paulo”, repercutiram o novo “estudo” da Crowe Horwath RCS, onde o Corinthians superaria o Flamengo em valor de mercado. Não apenas o Corinthians, diga-se. O São Paulo também supostamente se encontra à frente do rubro negro: R$ 749,8 milhões para o alvinegro paulista, R$ 659,8 milhões para o tricolor e R$ 625,3 milhões para o rubro negro.

Seria tudo muito bonito, bem feito e cheio de critérios – 18 no total, entre eles “dados financeiros históricos” (?), pesquisas com torcedores, hábitos de consumo, dados sócio-econômicos e até mesmo presença ao estádio. Se não fosse por uma coisinha.

Crowe Horwath RCS: R = Raul / C = Corrêa / S = Silva.

Raul Corrêa da Silva, sócio fundador e presidente da companhia, como se verifica em http://www.rcsauditores.com.br/port/equipe.html é ninguém menos que o DIRETOR DE FINANÇAS DO SPORT CLUB CORINTHIANS PAULISTA.

Duvidam? http://www.corinthians.com.br/portal/clube/default.asp?categoria=Diretoria

Não adiantaria contratar bons profissionais como Amir Somoggi (gerente responsável pelo “estudo”, e um dos principais profissionais de marketing do setor). Não adiantaria ter as costas quentes perante a mídia, fazendo-a divulgar a informação como se fora uma verdade absoluta, sem o menor questionamento ou apuração. Se este fosse um país sério, JAMAIS um instituto presidido por um diretor de clube de futebol teria alguma credibilidade para pubicar “estudos” que advogassem em causa própria.

Só que este não é um país sério. É o Brasil, da mídia paulistizadora, concentrada na sede do mercado publicitário (São Paulo) e que enxerga o país como uma mera e inexpressiva extensão do filet mignon paulistano. Este é o Brasil da paranóia do Ibope – paulistano, é claro. E é também o país do abjeto processo de corintianização, que faz com que todos os veículos – praticamente sem exceções – vibrem e atuem em prol do objetivo de destronar o Flamengo do posto de maior e mais importante clube de futebol. O bastão, afinal, precisa ser passado ao Corinthians, tendo como cereja do bolo a liderança no mais cobiçado dos rankings: o de maior torcida do Brasil – quiçá, do mundo. O que explicaria que este posto seja ocupado por um representante do “resto do país”, afinal?

Quando eu digo que não existem exceções na mídia, isto inclui a dona Rede Globo, antiga parceira e a quem muitos (do arco-íris) atribuem a responsabilidade da enorme popularidade do Flamengo. Pura bobagem, considerando que a avassaladora paixão pelo Flamengo remete ao início do século passado, mas enfim. Vejam a escala de transmissão do Campeonato Paulista 2011 – em que o Corinthians será veiculado em TODAS as rodadas, num total de 16 jogos (sendo 8 para toda a rede da Globo SP) e comparem com a escala de transmissão da Taça Guanabara – 2 jogos do Flamengo em 6 rodadas – e entendam do que estou falando.

O problema é que as justificativas dadas para a “supremacia corintiana” beiram a xenofobia, ao supervalorizarem o contingente de torcedores classes A e B do time paulista – quase tão popularesco quanto o Flamengo. O Corinthians tem a maior torcida no estado mais rico e ponto, isto lhes basta. Em termos de renda per capita, Vitória-ES é a capital mais rica do país, seguida por Brasília. Em ambas o Flamengo possui maioria absoluta de torcedores? Danem-se. Dentre os cinco estados mais ricos do Brasil (sob a mesma ótica do PIB per capita), o Flamengo é absoluto em quatro deles (Distrito Federal, Rio de Janeiro, Santa Catarina e Espírito Santo)? Danem-se. Afinal, “existe vida fora de São Paulo?”, questionam.

Mas mesmo com tantas e reiteradas mentiras ventiladas na mídia na esperança de se tornarem verdade, eles não conseguem. Ao menos, até hoje passaram longe de conseguir. O Corinthians não é um Flamengo. Desde 1982, quando a Placar veiculou a histórica e antológica capa que ilustra esta coluna, tendo como jornalista responsável pela matéria o corintiano Juca Kfouri.

E por que o Corinthians não é um Flamengo? Eis a pergunta de um milhão de dólares, meus caros. O Corinthians não é um Flamengo simplesmente porque existem mais mistérios entre o céu e a terra do que julga nossa vã filosofia. Quanto mais eles nos batem, mais fortes ficamos – pesquisas entre jovens e crianças (http://tiny.cc/fdz9y) comprovam o que digo. Além do mais, apesar do recente recrudescimento dos times do Rio de Janeiro, o próprio futebol carioca – bi-campeão brasileiro - esboça uma reação que precisa ser reconhecida. Mas acima de tudo, o Corinthians não é um Flamengo porque paixão não se compra. E eles, que tanto se gabam por serem apaixonados, no fim das contas acreditam mesmo é que o poderio econômico pode e deve se refletir na supremacia sentimental. Mas não pode. E nem deve.

É por isso que, desde os famosos “quarenta minutos antes do nada” até daqui a mil anos, o Flamengo há de continuar a ser aquilo que sempre foi: algo que nada, nem ninguém, pode ser maior.

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Remo: socialista Stuart Angel recebe homenagem do Flamengo!

A Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República e o Clube de Regatas do Flamengo,fizeram  uma homanagem ao estudante Stuart Angel -- filho da famosa estilista Zuzu Angel, ambos assassinados pela ditadura militar. Pouca gente sabe, mas além de militante do MR-8, Stuart era um líder das águas.
Bicampeão de remo em 1964 e 1965, Stuart recebeu a ajuda do Flamengo durante os anos de chumbo. Certa vez chegou a ser exilar no clube para fugir da perseguição dos militares. O ministro Paulo Vannuchi, da Secretaria de Direitos Humanos, e a jornalista Hildegard Angel, irmã de Stuart, foram os porta vozes do ato que inaugurou o memorial “Pessoas Imprescindíveis” em homenagem ao jovem.
A iniciativa faz parte do projeto Direito à Memória e à Verdade, da secretaria, que tem o objetivo de contar a história das vítimas do último período de ditadura no Brasil, resgatando a trajetória de operários, estudantes, profissionais liberais e camponeses que se engajaram em organizações de esquerda para combater o regime militar.
Durante a atividade, os remadores do Flamengo fizeram uma saudação aos convidados. Doze atletas ficaram perfilados, com remos, em formação utilizada apenas em ocasiões especiais.

Com informações do Portal Vermelho.

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